Normas de publicação

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Revista M. Estudos sobre a Morte, os Mortos e o Morrer, que tem seu título abreviado como Revista M., é uma publicação digital temática, de caráter interdisciplinar, produzida por pesquisadores vinculados a diferentes instituições de ensino e pesquisa. Com periodicidade semestral (junho e dezembro), está dividida em três seções:

Artigos: destinada a textos analíticos inéditos e originais que resultem de investigações e estudos relativos a diferentes formas de abordagem do tema. Para esta seção, são aceitos artigos submetidos, preferencialmente, por doutores. São recebidos sob duas formas: os destinados a dossiês temáticos propostos e organizados por especialistas, com chamada aberta no site da revista, e os artigos livres, que podem ser submetidos em fluxo contínuo.

Em Campo: voltada para relatos de trabalhos de campo e/ou experiências metodológicas no manejo da temática, envolvendo entrevistas, transcrições de fontes comentadas, descrição de tratamentos psicoterápicos ou médicos. A submissão de textos que envolvem seres humanos, direta ou indiretamente, deverá ser acompanhada da autorização da “cessão de direitos sobre depoimento oral” ou, se for o caso, de cessão de direitos de divulgação de imagem para a Revista M.

Resenhas: análise crítica de obras que tenham sido publicadas, no máximo, há três anos no Brasil (ou quatro anos para publicações internacionais), ou de títulos esgotados e com reedição recente. Respeitando a abordagem sobre a Morte, os Mortos e o Morrer também podem ser submetidas resenhas acerca de outras expressões da cultura, tais como filmes, documentários, exposições, peças teatrais etc. Espera-se que o texto não seja meramente descritivo ou restrito ao resumo dos capítulos do livro; mas contenha também uma análise crítica que aponte os aspectos mais significativos da obra para o campo de estudos o tema, apresentando as lacunas que a obra preenche, assim como as contribuições teóricas, conceituais e metodológicas. Deve-se apontar também para eventuais limites da análise, identificando as propostas que não tenham sido efetivadas, bem como as lacunas deixadas. Por fim, espera-se que o autor da resenha apresente os aspectos do trabalho que possam ser desenvolvidos em futuros estudos e o legado que a obra deixa para o desenvolvimento da temática em questão.

A Revista M. publica originais inéditos, provenientes de diferentes áreas de conhecimento (tais como: antropologia, arquitetura, artes, direito, filosofia, geografia, história, medicina, psicologia, saúde coletiva, sociologia, urbanismo), que não tenham sido submetidos a outras revistas. Aceita submissão de texto em português, espanhol, inglês e francês, priorizando a sua publicação em português e/ou espanhol. Os originais em inglês e francês que forem aprovados para publicação também serão traduzidos para o português.

Os autores devem informar, logo na primeira nota, a agência de fomento ou instituição que financiou a pesquisa que resultou no artigo apresentado.

A Revista M. recebe colaborações em fluxo contínuo. A submissão de originais é exclusivamente on-line, através do acesso ao menu SUBMISSÃO, disponível no site: http://www.revistam-unirio.com.br/

A submissão dos originais implica autorização para a publicação e para a realização de eventuais alterações após o processo de revisão, conforme o padrão gráfico da Revista.

Assim que é recebida uma submissão de Artigos, Em Campo ou Resenhas, o Conselho Editorial avaliará se o texto se enquadra na proposta temática da revista e se segue as normas de publicação aqui estabelecidas. Caso não siga as regras, o mesmo será devolvido ao autor para que faça os ajustes necessários. As contribuições para as seções Em Campo e Resenhas serão avaliadas no mérito pelos respectivos editores e pelo Editor-chefe, podendo ser aprovadas ou recusadas nesta instância. No caso de Artigos, uma vez adequado às normas da Revista M., será retirada a identificação de sua autoria e o mesmo será encaminhado a dois pareceristas ad hoc (que sejam doutores e especialistas na temática abordada), indicados pelo Conselho Editorial, de modo a garantir o sistema de avaliação de “duplo cego” por pares. Na sua análise, os pareceristas serão guiados pelo “Formulário de Avaliação” disponibilizado pela Revista para que realizem o exame dos méritos do trabalho, levando em consideração a abordagem da temática, seu tratamento e a clareza da redação, podendo recomendar ou recusar a publicação. Caso um dos pareceristas recuse a proposta, um terceiro será designado.

A recomendação poderá ocorrer sob duas formas:

  1. Com ou sem sugestões pontuais de alteração (às quais o autor poderá acatar ou não);
  2. Com sugestões de reformulação de parte do texto, que deverá ser reenviado ao(s) respectivo(s) parecerista(s), após a realização das alterações por parte do autor, para acatamento da nova versão;

A recusa ocorrerá:

  1. Caso os dois pareceristas rejeitem a proposta;
  2. No caso de um parecerista rejeitar e o outro aceitar com sugestões de reformulação do texto;
  3. No caso de os dois pareceristas sugerirem reformulação e a segunda versão do texto enviada pelo autor ser reprovada por um deles ou por ambos;
  4. No caso de o terceiro parecerista recusar o texto ou aceitá-lo mediante reformulações.

A aceitação final do trabalho submetido, portanto, dependerá da recomendação dos pareceristas, da efetivação das alterações necessárias pelo autor e da aprovação final pelo Conselho Editorial.

Recomenda-se que os autores, antes de submeterem seus trabalhos, verifiquem atentamente e até o fim as Normas de Submissão apresentadas abaixo e cuidem para que as mesmas sejam seguidas. Esta ação agilizará em muito o processo de avaliação do trabalho, evitando que ele seja devolvido ao autor para adequação às normas, antes de ser enviado para avaliação dos pareceristas e que o material perca o prazo para entrar na fila de edição, em caso de vir a ser aprovado para publicação.

NORMAS PARA SUBMISSÃO:

1) Artigo: Texto contendo entre 40 mil e 70 mil caracteres com espaço, incluindo as notas de rodapé e as referências bibliográficas completas, que devem ser listadas em ordem alfabética, no final do artigo.

2) Em Campo: Texto contendo entre 20 mil e 40 mil caracteres com espaço, incluindo as notas de rodapé e as referências bibliográficas completas, que devem ser listadas em ordem alfabética, no final do texto.

3) Resenha: Texto contendo entre 10 mil e 18 mil caracteres com espaço, incluindo as referências bibliográficas completas das obras utilizadas, que devem ser listadas em ordem alfabética, ao final.

4) Com exceção de casos de tradução de artigos em inglês ou francês, a contribuição deve ser original e inédita e não estar em processo de avaliação por outra publicação. O Conselho Editorial reserva-se o direito de investigar a ocorrência de casos de plágio, autoplágio ou de dupla submissão para artigos recebidos pela Revista M.. Atualmente, devido ao nível de especialização da produção científica e dos recursos tecnológicos disponíveis para checagem, especial atenção vem sendo dada a casos de autoplágio, quando o autor reproduz texto já abordado em outro artigo, por vezes, em sequencia de parágrafos idênticos aos que aparecem em outros artigos já publicados. No caso de os originais conterem material já publicado anteriormente pelo autor, este deve fazer menção, indicando a referência completa do artigo anterior e explicitando que o artigo submetido traz contribuição inédita significativa ao tema proposto, apesar de retomar análise já desenvolvida antes. Tal alerta não exime o autor de evitar reproduções de várias passagens dos textos anteriores.

5) As traduções devem ser submetidas acompanhadas do arquivo com o texto original, assim como a autorização do respectivo autor para publicação na Revista M..

6) O texto em língua portuguesa deve ser enviado após atenta revisão gramatical, ortográfica e de estilo por parte do autor, considerando as atuais normas do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Os textos redigidos em outros idiomas devem igualmente considerar as respectivas normas ortográficas e gramaticais.

7) O autor deve a submissão em arquivo no formato Word for Windows (doc. ou docx). As tabelas e/ou gráficos devem estar inseridos no corpo do texto, ser numerados consecutivamente com algarismos arábicos e encabeçados por título, com as fontes devidamente mencionadas na parte inferior dos mesmos.

8) As imagens (mapas, fotografias e ilustrações) devem ser enviadas separadamente, em arquivos individuais, no formato JPG, com resolução de 300 dpi. Na plataforma de submissão da Revista há local para inserção de arquivos suplementares. Cada imagem deve ter seu arquivo individual numerado sequencialmente com algarismos arábicos, correspondentes à numeração da mesma que aparecerá no corpo do texto. Deste modo, as imagens não devem ser inseridas no corpo do texto, mas ter a sua inserção indicada no local desejado do artigo na seguinte forma (“INSERÇÃO DA FIGURA 1”, etc). Logo abaixo desta menção, deve constar em uma linha o título completo da imagem, iniciado pelo termo “Figura”, e, em outra linha, a referência de sua autoria e/ou fonte de onde a mesma foi retirada. É de responsabilidade do autor do artigo a obtenção de autorização para veiculação das imagens na Revista M.. No caso de se tratar de imagem de sua autoria, o autor deve enviar declaração de cessão de direitos de divulgação da mesma para a Revista M..

9) No caso de Artigos, para garantir a avaliação às cegas, a autoria e o vínculo institucional do autor do arquivo deve ser removida da primeira página do texto, assim como as menções em nota de rodapé que possam levar à identificação do autor ao longo do trabalho. Para remover a autoria do Word, o autor deve clicar no menu “arquivo”, em seguida, em “inspecionar documento” e remover as propriedades do documento e informações pessoais. No caso de ser necessário fazer referencia ao vínculo entre o artigo submetido e artigos anteriores do autor, de acordo com o indicado no item “5”, acima, pedimos que tarje o fragmento de texto de AMARELO para que os editores possam excluir da versão a ser enviada aos avaliadores.

10) O texto de Artigos, Em Campo e Resenha deve ser digitado em fonte Times New Roman 12; normal; com alinhamento justificado; tabulação de 2,0 cm no início dos parágrafos; espaço entre linhas 1,5 (não usar nenhum tipo de espaçamento “Antes” e “Depois”, nem entrelinhas “Múltiplos” ou de qualquer outro tipo que não seja o especificado aqui); página tamanho A4; margens superior e inferior, direita e esquerda de 2,5 cm.

11) Quando se tratar de Artigos e Em Campo, as seções do texto devem seguir a seguinte ordem: Título, Resumo e Palavras-chave em português ou espanhol (se o texto for escrito em espanhol), Abstract e keywords (em inglês), Texto, Referências Bibliográficas. As referências completas das fontes/arquivos devem ser inseridas nas respectivas notas de rodapé. O resumo deve ser escrito em um único parágrafo, entre 9 e 12 linhas (ou entre 800 e 1.000 caracteres com espaço), acompanhado de cinco palavras-chave, separadas por travessão (exemplo: Além-túmulo – Cemitério – Funerais – Eutanásia – Luto). Abstract e keywords, devem seguir as mesmas especificações. Pedimos a atenção do autor para dois aspectos importantes: a) O resumo deve expressar, na seguinte ordem, o objetivo principal do texto, a síntese dos argumentos centrais, o modo pelo qual a temática é abordada e, por fim, os resultados, a principal conclusão e/ou hipótese central que o artigo procura apresentar; b) As palavras-chave devem refletir conceitos ou categorias de análise fundamentais do texto e não termos secundários que, por si só, não remetam diretamente para os argumentos centrais da análise. Este cuidado facilita em muito a recuperação das pesquisas, assim como o processo de indexação e busca de estudos nas Bases de Dados de Artigos Científicos. Aspectos esses que possibilitam maior divulgação e acesso dos leitores ao seu texto.

12) As seções Artigos e Em campo devem ser encabeçadas, na primeira página, pelo título em português e em inglês, em fonte negrito Times New Roman 12, centralizado; maiúscula apenas no início do título (ou se contiver substantivo próprio). Em Resenhas deve-se incluir o título (em português e inglês) dado pelo autor da resenha, seguido pela referência bibliográfica completa da obra analisada (conforme orientação “a” do item 21 das NORMAS DE PUBLICAÇÃO), pelo texto da resenha e, ao fim, pelas referências bibliográficas citadas ao longo do texto (se for o caso). Não deve conter resumo, abstract, palavras-chave, keywords, nem notas de rodapé.

13) Os subtítulos das seções Artigos e Em campo devem aparecer em negrito, com maiúscula apenas no início e alinhado à esquerda. Não devem ser numerados. Deve ser inserida uma linha de espaço entre o parágrafo anterior e o subtítulo, e entre este e o início do parágrafo seguinte. No caso de os subtítulos apresentarem novas divisões, estas devem aparecer em negrito e itálico, com alinhamento à esquerda.

14) O padrão editorial que a revista adota nas seções Artigos, Em Campo e Resenhas para referências bibliográficas é o sistema de menção a “Autor, ano, página” no corpo do texto, entre parênteses e separados por vírgulas. O nome do autor deve ser escrito em caixa baixa, tendo apenas a primeira letra maiúscula. Quando houver mais de uma referência, cada conjunto deverá ser separado por ponto e vírgula. Exemplo: (Menezes, 2003, p. 175; Aragão, 2013, p. 36). Nas seções Artigos e Em Campo, quando se tratar de referência de documentação ou fonte primária depositadas em arquivo, de entrevistas, relato etnográfico etc, deve-se usar as notas de rodapé. No corpo do texto, o número de referência da nota de rodapé deve ser inserido após o sinal de pontuação. (Exemplo: “Segundo João José Reis, houve alteração no sentido olfativo da população a partir de meados do século XIX.3). Em Resenhas, a referência às páginas do livro resenhado e às quais se deseje fazer menção explícita deve constar entre parênteses, seguido do termo “p.” Exemplo: (p. 123).

15) As notas de rodapé devem ser usadas apenas em caráter explicativo e para referências completas às fontes primárias e demais fontes de trabalho, nas seções Artigos e Em Campo. Se for necessário fazer referência bibliográfica ao longo do texto da nota, esta deve seguir o mesmo padrão das referências feitas no corpo do texto, utilizando-se o recurso (Autor, ano, página), segundo a indicação dada no item acima. Na primeira referência de um arquivo ou instituição que será repetida ao longo das notas de rodapé, deve ser fornecido o nome completo do arquivo ou instituição, em caixa baixa, e imediatamente após, indicar entre parênteses a abreviatura em caixa alta a ser utilizada nas próximas referências (ver exemplo ao fim deste tópico de orientação). As notas de rodapé devem ser inseridas no fim de cada página, em fonte normal Times New Roman, tamanho 10, com alinhamento justificado, espaço entre linhas simples, sem “nenhum” recuo especial. A listagem das fontes primárias não deve constar na seção de Referências Bibliográficas. Exemplo: Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro (doravante ACMRJ), “Assentamentos Paroquiais”, Livro de Óbitos da freguesia da Sé, 1745, Testamento de João da Silva Guedes, p. 145.

16) As citações com menos de três linhas devem ser incluídas no corpo do texto, entre aspas, em fonte normal. Citações com mais de três linhas devem ser apresentadas em parágrafo isolado, sem aspas, com recuo de 2,0 cm nas margens esquerda e direita, fonte Times New Roman, 12, em itálico, espaço entre linhas simples. Em ambos os casos, ao final da citação, a referência deve seguir o padrão (Autor, ano, página). Em caso de se fazer omissão de trechos da citação, pedimos que faça uso de parênteses entre colchetes (exemplo: “[…]”), sem itálico. O mesmo procedimento deve ser seguido para o uso do termo “sic”, que deve aparecer entre colchetes, com a expressão latina em itálico (exemplo: “[…]”).

17) Citações em língua estrangeira devem aparecer traduzidas. Na respectiva nota de rodapé deve constar o trecho original, seguido da indicação de quem fez a tradução.

18) Termos em língua estrangeira devem ser grafados em itálico.

19) Os numerais até dez, inclusive, devem ser escritos por extenso.

20) Os numerais a partir do milhar devem ser separados por ponto, para que não sejam confundidos com ano (Exemplo: 2.100; 4.560.340; etc.).

21) As Referências Bibliográficas no final das seções Artigos, Em campo ou Resenhas devem estar de acordo com as normas da ABNT, ser digitadas em fonte Times New Roman e ter tamanho 12. A formatação do parágrafo (que no Word pode ser feita através do caminho: Página Inicial > Parágrafo > Recuos e Espaçamento) deve seguir as seguintes orientações: alinhamento justificado; sem recuo especial na primeira e demais linhas; sem inserir linha entre as referências, mas sim “espaçamento de 12 pontos depois” (para distanciar uma referência da outra); com espaço simples entre as linhas, seguindo-se as orientações do quadro abaixo.

Pedimos especial atenção para a padronização da forma de se fazer as Referências Bibliográficas que indicamos abaixo, pois isso agilizará em muito o processo de editoração do material a ser publicado. Sem descuidar dos outros aspectos, atente especialmente, para os aspectos a seguir, que concentram os maiores erros nos textos que recebemos: o estilo da formatação da fonte em cada parte do título; para a ordem e tipo de pontuação em cada parte da Referência; para o local de indicação da paginação (seja no caso de intervalo de páginas de um artigo ou capítulo de livro, seja na indicação da paginação total de um livro ou uma tese, por exemplo); para o modo de citar as referências no corpo do texto e nas notas de rodapé.

a) Livros:

RAMOS, Gabriela. Muerte y conversión en los Andes. Lima y Cuzco, 1532-1670. Lima: Instituto de Estudios Peruanos (IEP), Instituto Francés de Estudios Andinos (IFEA), Cooperación Regional para los Países Andinos, 2010. 362p.

b) Coletânea:

DUARTE, Lélia Parreira (Org). As máscaras de Perséfone: figurações da morte nas literaturas portuguesa e brasileira contemporâneas. Belo Horizonte: PUC Minas, 2006. 377p.

c) Capítulo de coletânea:

CONSORTE, Josildeth. A morte na prática médica. In: MARTINS, José de Souza (org.). A morte e os mortos na sociedade brasileira. São Paulo: HUCITEC, 1983, p. 201-210.

d) Capítulo de coletânea na qual o organizador é também autor:

RODRIGUES, Claudia. A secularização da morte no Rio de Janeiro oitocentista. In: _______; LOPES, Fabio Henrique (orgs.). Sentidos da morte e do morrer na Ibero-América. 1 ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2014, p. 267-308.

e) Artigos de periódico:

TABOADA R, Paulina. El derecho a morir con dignidad. Acta bioeth. Santiago, v. 6, n. 1, p. 89-101, jun.  2000. Disponível em <http://dx.doi.org/10.4067/S1726-569X2000000100007>. Acesso: 06/03/2016.

f) Artigo de publicação impressa (anais) relativa à reunião científica:

SHIMKO, Susana; DUBARBIER, Virginia. Aporte metodológico para el análisis de la arquitectura funerária. In: RODRÍGUEZ, David; HERRERA, Limbergh. Imagen de la Muerte: segundo Congreso Latinoamericano de Ciencias Sociales y Humanidades. (Mérida, Yucatan, 13-17 de marzo de 2006). Lima: Universidad Nacional Mayor de San Marcos; Editorial Línea Andina, 2007, p. 283-294.

g) Artigo de reunião científica publicado em meio eletrônico:

– MACHADO, Lilia Cheuiche. Tafonomia Humana: Alguns Problemas e Interpretações em Arqueologia Funerária. In: ANAIS DO IX CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA–SAB, Rio de Janeiro, Sociedade de Arqueologia Brasileira/SAB, 2000. [Cd-rom].

– CYMBALISTA, Renato. A Companhia de Jesus nos séculos XVI-XVIII: uma comunidade global de mártires. Anais Eletrônicos do XXVIII Simpósio Nacional de História. Florianópolis, ANPUH Nacional, 2015. Disponível em: <http://www.snh2015.anpuh.org/resources/anais/39/1427839878_ARQUIVO_Cymbalista_ANPUH_2015.pdf>. Acesso em: 15/04/2016.

h) Tese ou Dissertação acadêmica:

RODRIGUES, Rodrigo Freitas. Imagens de morte como manifestação do erótico. Dissertação (Mestrado em Artes). Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011, 138p.

i) Artigo de jornal:

BIDERMAN, Iara. Curtir e chorar: compartilhar a morte de gente querida já faz parte da vida social virtual; mas esse luto on-line ajuda ou atrapalha? Folha de São Paulo. 17 de julho de 2012.

j) Verbetes de Dicionários/Enciclopédias:

JUPP, Peter. Cremation Society of Great Britain. In: DAVIES, Douglas J.; MATES, Lewis H. (Ed.). Encyclopedia of cremation. London: Ashgate, 2005, p. 135-143.

l) Textos ou Documentos Eletrônicos:

Inserir o endereço eletrônico entre os sinais < >, precedido da expressão “Disponível em:”. Em seguida, indicar a data de acesso ao documento, antecedida por “Acesso em: DD/MM/AAAA”. (ver exemplos nos itens “e” e “g” acima)

m) Seguem algumas orientações específicas relativas às referências bibliográficas:

  • Quando a referência bibliográfica possuir mais de um autor, seus nomes devem ser separados por “;” (ponto e vírgula). Ver exemplo acima, letra “f”. Quando a referencia for feita em nota no corpo do texto, substituir o “;” por “e”. Veja o exemplo a partir do item “f” acima: (Shinko e Dubbier, 2007, p. 283).
  • A especificação das páginas, capítulos ou volumes da referência bibliográfica citada deve ser feita ao final da referência completa da obra, precedida por vírgula “,” e finalizada por ponto “.”. Ver exemplos nos itens “c”, “d”, “h”, “j”.
  • Quando diferentes obras de um mesmo autor publicadas num mesmo ano forem citadas, deve-se acrescentar letras minúsculas sequenciais ao ano de publicação de cada obra, nas referências bibliográficas, ao fim do texto. No corpo do texto, o ano da obra mencionada entre parênteses deve ser acompanhado da respectiva letra. Por exemplo: (Silva, 2011a, p. 23).
  • Quando a referência bibliográfica citada no corpo do texto (Autor, data, página) for a mesma da nota imediatamente precedente, deve-se utilizar a expressão “Idem”, especificando apenas a página, caso essa seja diferente da citada anteriormente. Por exemplo: (Faria, 2010, p. 167); (Idem, p. 189).
  • Quando a referência bibliográfica citada no corpo do texto (Autor, data, página) for a mesma da nota imediatamente precedente, inclusive o número da página, deve-se utilizar a expressão “Ibidem”. Por exemplo: (Souza, 2010, p. 167); (Ibidem).

22) O envio de originais implica a cessão de direitos autorais e de publicação para a Revista M. Os dados, conceitos e opiniões apresentados nos trabalhos, bem como a exatidão das referências documentais e bibliográficas, são de inteira responsabilidade dos autores.

23) Em caso de dúvida quanto ao envio de textos entre em contato com a Revista através do e-mail: [email protected].

 

 

 

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Revista M. Estudos sobre a Morte, os Mortos e o Morrer, que tiene su título abreviado como Revista M., es una publicación digital temática, de carácter interdisciplinar, producida por investigadores vinculados a diferentes instituciones de enseñanza e investigación. Con una periodicidad semestral (enero-junio y julio-diciembre), está dividida en tres secciones:

Artículos: destinada a textos analíticos inéditos y originales que sean resultados de investigaciones y estudios relativos a diferentes formas de abordaje del tema. En esta sección, serán aceptados artículos suscriptos por doctores. Serán recibidos en fecha abierta, de forma continua.

Trabajos de campo: centrada o dedicada a los informes de trabajos de campo y/o experiencias metodológicas en el manejo o abordaje de la temática, desarrollo de entrevistas o entrevistas, transcripciones de fuentes comentadas, descripción de los tratamientos psicoterapéuticos o médicos. Los textos que involucren seres humanos, directa o indirectamente, deberán ser acompañado de la autorización hecha por la transferencia de derecho del testimonio oral o, si fuera el caso, de la cesión de derechos de divulgación de imagen a la Revista M.

Reseñas: análisis crítico de obras que hayan sido publicadas, como máximo, en los últimos tres años en Brasil (o cuatro años para las publicaciones internacionales), o títulos agotados y con reedición reciente. Siempre que se aborde la Muerte, los Muertos y el Morir también pueden ser consideradas las reseñas de otras expresiones de la cultura, tales como filmes, documentales, exposiciones, piezas teatrales, etc. Se espera que el texto no sea meramente descriptivo o reducido al resumen de los capítulos del libro; sino que contenga un análisis crítico que apunte a los aspectos más significativos de la obra en el campo de estudio del tema, mostrando las lagunas que la obra presente, así como las contribuciones teóricas, conceptuales y metodológicas. Deben señalarse también los eventuales límites del análisis, identificando las propuestas que no hayan sido efectivas; así también como las lagunas dejadas. Finalmente, se espera que el autor de la reseña presente los aspectos del trabajo que puedan ser desarrollados en futuros estudios y el legado que la obra deja para el desarrollo de la temática en cuestión.

La Revista M. publica originales inéditos, provenientes de diferentes áreas de conocimiento (tales como: antropología, arquitectura, artes, derecho, filosofía, geografía, historia, medicina, psicología, salud colectiva/salud pública, sociología, urbanismo), que no hayan sido aceptados en otras revistas. Se aceptan textos en portugués, español, inglés y francés, priorizando en su publicación los escritos en portugués y/o español. Los originales en inglés y francés que fueran aprobados para la publicación también serán traducidos al portugués.

Los autores deben informar, en la primera nota, la agencia de fomento o la institución que financió la investigación de la que resultó el artículo presentado.

La Revista M. recibe colaboraciones en flujo permanente o continuo. El envío o La remisión de los documentos es exclusivamente on-line, accediendo al menú PRESENTACIÓN, disponible en el sitio: http://www.revistam-unirio.com.br/

El envío de los originales implica o supone autorización para la publicación y para la realización de eventuales alteraciones o cambios después del proceso de revisión, tales como ajustarse al estándar gráfico de la Revista.

Una vez recibido el archivo del Artículo, Trabajo de campo o Reseña, el Consejo Editorial evaluará si el texto se encuadra en la propuesta temática de la revista y si se ajusta a las normas de publicación establecidas. En el caso que no se ajustara, el mismo será devuelto al autor para que haga los ajustes necesarios. Las contribuciones para las secciones de Trabajo de Campo y Reseñas serán evaluadas por los respectivos editores y por el Editor Jefe, pudiendo ser aprobadas o recusadas en esta instancia. En el caso de los Artículos, una vez que se encuentra adecuado a las normas de la Revista M., será retirada la identificación de su autoría y será enviado a dos evaluadores ad hoc (que sean doctores y especialistas en la temática abordada), indicados por el Consejo Editorial, de modo de garantizar el sistema de evaluación de “doble ciego” por pares. Para dicha valoración del texto, el evaluador será guiado por el “Formulario de evaluación” enviado por la Revista para que realicen el examen de los méritos del trabajo, considerando el abordaje de la temática, su tratamiento y la claridad de la redacción, pudiendo recomendar o recusar la publicación. En el caso que uno de los dos evaluadores recuse la propuesta, un tercero será designado.

La aceptación podrá resolverse de dos formas:

  1. Con o sin sugerencias puntuales de modificación (las que el autor podrá aceptar o no)
  2. Con sugerencias de reformulación de parte del texto, que deberá ser reenviado al/a los respectivo/s evaluadores/s, después de realizados los cambios por parte del autor, para la aceptación de la nueva versión.

La recusación ocurre:

  1. En el caso de que dos evaluadores rechacen la propuesta.
  2. En el caso que uno de los evaluadores la rechace y el otro acepte con sugerencias de reformulación del texto.
  3. En el caso que los dos árbitros sugieran reformulación y la segunda versión del texto enviado por el autor sea reprobada por uno de ellos o por ambos.
  4. En caso que el tercer evaluador recuse el texto o lo acepta mediante reformulaciones.

La aceptación del trabajo enviado, por tanto, dependerá de las recomendaciones de los evaluadores, de la realización de las modificaciones necesarias hechas por el autor y de la aprobación final del Consejo Editorial.

Se recomienda a los autores, antes de remitir sus trabajos, verifiquen atentamente y de forma completa las “Normas de presentación” y las “Directrices para los Autores” y cuiden que su texto se ajuste a ellas. Esto agilizará el proceso de evaluación del trabajo, evitando sea devuelto al autor para su adecuación a las normas, antes de ser enviado para su valoración a los árbitros, de modo que el texto pueda entrar a término en la edición, en caso de ser aprobado para su publicación.

NORMAS PARA ENVIO DE TEXTO ORIGINAL:

1) Artículo: El texto debe tener entre 50 mil y 70 mil caracteres con espacio, incluyendo las notas a pie de página y las referencias bibliográficas completas, que deben ser listadas en orden alfabético, al final del artículo.

2) Trabajos de campo: El texto debe contener entre 20 mil y 40 mil caracteres con espacio, incluyendo las notas a pie de página y las referencias bibliográficas completas, que deben ser listadas en orden alfabético, al final del texto.

3) Reseña: El texto debe contener entre 10 mil y 18 mil caracteres con espacio, incluyendo las notas a pie de página y las referencias bibliográficas completas, que deben ser listadas en orden alfabético, al final del texto de la reseña.

4) Con la excepción de los casos de traducción de artículos en inglés o francés, la contribución debe ser original e inédita y no estar en proceso de evaluación en otra publicación. El Consejo Editorial se reserva el derecho de investigar la ocurrencia de plagio, autoplagio o duplicación de envío de artículos recibidos por la Revista M.. Actualmente, debido al nivel de especialización de la producción científica y los recursos tecnológicos disponibles para chequear o comprobar, se ha prestado especial atención a los casos de autoplagio, es decir cuando el autor reproduzca textos ya abordados en otros artículos ya publicados. En los casos de originales que contuvieran material ya publicado anteriormente por el autor, este debe hacer mención, indicando la referencia completa del artículo anterior y explicitando que el artículo enviado trae una contribución inédita significativa para el tema, a pesar de reanudar el análisis ya desarrollado antes. Esta advertencia no exime al autor de evitar la reproducción de varios pasajes de textos anteriores.

5) Las traducciones deben ser enviadas acompañadas por el archivo con el texto original, y con la autorización del respectivo autor para la publicación en la Revista M..

6) El texto en lengua portuguesa debe ser enviado después de una atenta revisión gramatical, ortográfica y de estilo por parte del autor, considerando las actuales normas del Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Los textos en otros idiomas deben igualmente considerar las respectivas normas ortográficas y gramaticales.

7) El autor debe enviarse en archivo de formato Word for Windows (doc o docx). Las tablas y los gráficos deben estar insertos en el cuerpo del texto, ser numerados consecutivamente con números arábigos y encabezados por título, con las fuentes debidamente mencionadas en la parte inferior de los mismos.

8) Las imágenes (mapas, fotografías e ilustraciones) deben ser enviadas separadamente, en archivos individuales, en formato JPG, con resolución de 300 dpi. En la plataforma de envío de la Revista hay sitio para la inserción de archivos adicionales. Cada imagen debe tener su archivo individual numerado secuencialmente con números arábigos, correspondientes a la numeración de las imágenes según el orden en el texto. De este modo, las imágenes no se deben insertar en el texto, pero debe ser indicada la ubicación deseada en el artículo (“INSERTAR FIGURA 1”, etc.). Justo debajo de esta mención, debe aparecer en una línea de título de imagen completa, iniciado por “Figura”, y en otra línea, la referencia de su autoría y / o fuente de donde fue tomada. Es responsabilidad del autor del artículo obtener el permiso para la colocación de las imágenes en la Revista M.. Si se trata de la imagen de su autoría, el autor debe enviar una declaración de cesión de derechos de divulgación de las mismas para la Revista M..

9) En el caso de los Artículos, para garantizar la evaluación a ciegas, la autoría y el vínculo institucional del autor del archivo deberá ser removido de la página inicial del texto, así como las menciones en las notas a pie de página que llevaran la identificación del autor a lo largo del trabajo. Para remover la autoría de Word, el autor debe clickear en el menú “Archivo”, y a continuación, en “Propiedades del documento” y remover las propiedades del documento y las informaciones personales. En el caso de ser necesario hacer referencia al vínculo entre el artículo remitido y los artículos anteriores, de acuerdo con lo indicado en el ítem “5”, pedimos que resalte el fragmento de texto con color AMARILLO para que los editores puedan excluirlo de la versión que será enviada a los evaluadores.

10) El texto de los Artículos, Trabajos de Campo y  Reseña debe ser tipiado en fuente Times New Roman 12; normal; con alineado justificado; tabulación de 2,0 cm al inicio de los párrafos; espacio entre líneas 1,5 (no usar ningún tipo de espaciamiento “Antes” y “Despues”, ni entrelíneas “Múltiples” o de cualquier otro tipo que no sea el  especificado aquí); página tamaño A4; márgenes superior e inferior, derecha e izquierda de 2,5 cm.

11) Cuando se trata de los Artículos y de los Trabajos de Campo, las secciones del texto deben seguir el siguiente orden: Título, Resumen y Palabras-clave en portugués y español (aún cuando el texto esté escrito en español), Abstra y keywords (en inglés), Texto, Referencias Bibliográficas. Las referencias completas de las fuentes/archivos deben ser insertadas en las respectivas notas a pie de página. El resumen debe ser escrito en un único párrafo, entre 9 y 12 líneas (o entre 800 y 1.000 caracteres con espacio), acompañado de cinco palabras-clave, separadas por un guión (ejemplo: Mas allá-túmulo – Cementerio – Funerales – Eutanasia – Luto). Abstract y keywords, deben seguir las mismas especificaciones. Pedimos la atención del autor en los siguientes aspectos importantes: a) El resumen debe expresar, en el siguiente orden, el objetivo principal del texto, la síntesis de los argumentos centrales, el modo por el cual la temática es abordada y, por fin, los resultados, la principal conclusión y/o hipótesis central que el artículo procura presentar; b) Las palabras-clave deben remitir a conceptos o categorías de análisis fundamentales del texto y no los términos secundarios que, por si solos no remitan directamente a los argumentos centrales de análisis. Este cuidado facilita en mucho la recuperación de las investigaciones, así como el proceso de indexación y búsqueda de estudios en las Bases de Datos de Artículos Científicos. Aspectos que posibilitan mayor divulgación y acceso de los lectores a su texto.

12) Las secciones Artículos y Trabajos de campo deben ser encabezadas, en la primera página, por el título en portugués y en inglés, en negrita, Times New Roman 12, centralizado; mayúscula solo en el inicio del título (o si contiene un sustantivo propio). En las Reseñas debe incluir el título (en portugués e inglés) dado por el autor de la reseña, seguido por la referencia bibliográfica completa de la obra analizada (conforme a la orientación “a” del ítem 22 de las NORMAS DE PUBLICACIÓN), luego el texto de la reseña y, al fin, las referencias bibliográficas citadas a lo largo del texto (si fuera el caso). No debe contener resumen, abstract, palabras-clave, keywords, ni notas a pie de página. La sección de Tesis y Disertaciones debe presentar informaciones sobre trabajos académicos defendidos en las diferentes áreas de conocimiento que abarca el ámbito de la Revista M., teniendo como base el formulario disponible. El informe debe incluir, mas allá de los datos del trabajo, el link y/o el archivo en PDF para el acceso del lector al contenido completo. La referencia bibliográfica solicitada en el formulario deberá seguir las orientaciones de la Revista M. para tesis y disertaciones, conforme lo ejemplificado en el ítem 22, letra “h”, de estas normas. La transferencia de la información acerca del trabajo puede ser hecha por el autor o por un tercero.

13) Los subtítulos de las secciones Artículos y Trabajos de campo deben aparecer en negrita, con mayúscula solo al inicio y alineado a la izquierda. No deben estar numerados. Debe estar inserta una línea de espacio entre el párrafo anterior y el subtítulo, y entre este y el inicio del párrafo siguiente. En el caso de los subtítulos presentaran nuevas separaciones, estas deben aparecer en negrita e itálica, con alineamiento a la izquierda.

14) El modelo editorial que adopta la revista en las secciones Artículos, Trabajos de Campo y  Reseñas para las referencias bibliográficas es el sistema de mención de “Autor, año, página” en el cuerpo del texto, entre paréntesis y separados por comas. El nombre del autor debe estar escrito en letra minúscula, teniendo solo la primera letra mayúscula. Cuando hubiera más de una referencia, cada conjunto deberá ser separado por punto y coma. Ejemplo: (Menezes, 2003, p. 175; Aragão, 2013, p. 36). En las secciones Artículos y Trabajos de Campo, cuando se trata de referencias documentales o fuentes primarias depositadas en archivo, entrevistas, relato etnográfico, etc, debe usarse notas a pie de página. En el cuerpo del texto, el número de referencia de la nota debe ser insertada después del signo de puntuación. (Ejemplo: “Segundo João José Reis, houve alteração no sentido olfativo da população a partir de meados do século XIX.3). En las Reseñas, la referencia a las páginas del libro reseñado a las cuales se desea hacer mención explícita debe constar entre paréntesis, seguido del término “p.” Ejemplo: (p. 123).

15) Las notas a pie de página deben ser usadas solo en carácter explicativo y para las referencias completas a las fuentes primarias y demás fuentes de trabajo, en las secciones Artículos y Trabajos de Campo. Si fuera necesario hacer referencia bibliográfica a lo largo del texto de la nota, esta debe seguir el mismo padrón de las referencias hechas en el cuerpo del texto, utilizando el recurso (Autor, año, página), según la indicación dada en el ítem anterior. En la primera referencia de un archivo o institución que será repetida a lo largo de las notas a pie de página, debe ser previsto el nombre completo del archivo o de la institución, en minúscula, e inmediatamente después, indicar entre paréntesis la abreviatura en mayúsculas para ser utilizada en las próximas referencias (ver ejemplo al fin de este tópico de orientación). Las notas a pie de página deben ser insertadas al fin de cada página, en fuente normal Times New Roman, tamaño 10, con alineado justificado, espacio entre líneas simples, sin “ningún” recurso especial. El listado de las fuentes primarias no debe constar en la sección de Referencias Bibliográficas. Ejemplo: Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro (doravante ACMRJ), “Assentamentos Paroquiais”, Livro de Óbitos da freguesia da Sé, 1745, Testamento de João da Silva Guedes, p. 145; Archivo Histórico de la Prelatura de Humahuaca (en adelante AHPH), Libro Cofradía Benditas Ánimas, Caja s.n., s.f.

16) Las citas con menos de tres líneas deben ser incluidas en el cuerpo del texto, entre comillas, en fuente normal. Citas con más de tres líneas deben ser presentadas en párrafo aislado, sin comillas, con 2,0 centímetros en los márgenes izquierdo y derecho, fuente Times New Roman, 12, en itálica, espacio entre líneas simples. En ambos casos, al final de la cita, la referencia debe seguir el padrón (Autor, año, página). En caso de omitir partes de la cita, pedimos que haga uso de paréntesis entre corchetes (ejemplo: “[…]”), sin itálica. El mismo procedimiento debe ser seguido para el uso del término “sic”, que debe aparecer entre corchetes, con la expresión latina en itálica (ejemplo: “[sic]”).

17) Las citas en lengua extranjera deben aparecer traducidas. En la respectiva nota a pie de página debe constar el párrafo original, seguido de la indicación de quien hizo la traducción.

18) Los términos en lengua extranjera deben ser escritos en itálica.

19) Los números hasta diez, inclusive, deben ser escritos in extenso.

20) Los números a partir del millar deben ser separados por punto, para que no sean confundidos con el dato de año (Ejemplo: 2.100; 4.560.340; etc.).

21) Las Referencias Bibliográficas al final de las secciones Artículos, Trabajos de campo o Reseñas deben ajustarse a las normas del ABNT (Brazil), ser digitadas en fuente Times New Roman y tener tamaño 12. El formateo de párrafo (que en Word puede ser hecho a través del camino: Página Inicial > Párrafo > Sangría y Espacio) debe seguir las siguientes orientaciones: alineamiento justificado; sin sangría especial en la primera y  demás líneas; sin insertar línea entre las referencias, pero con “espacio de 12 puntos después” (para distanciar una referencia de otra); con espacio simples entre las líneas, siguiendo las orientaciones del cuadro de abajo.

Pedimos especial atención en la forma de hacer las Referencias Bibliográficas que indicamos abajo, ya que agilizará en mucho el proceso de edición del material a ser publicado. Sin descuidar los otros aspectos, atento especialmente, a los siguientes que concentran la mayor parte de los errores en los textos que recibimos: el estilo de formato de la fuente en cada parte del título; orden y tipo de puntuación en cada parte de la Referencia; lugar de indicación de la paginación (sea en el caso de intervalo de páginas de un artículo o capítulo de un libro, sea en la indicación de la paginación total de un libro o una tesis, por ejemplo); modo de citar las referencias en el cuerpo del texto y en las notas a pie de página.

a) Libros:

RAMOS, Gabriela. Muerte y conversión en los Andes. Lima y Cuzco, 1532-1670. Lima: Instituto de Estudios Peruanos (IEP), Instituto Francés de Estudios Andinos (IFEA), Cooperación Regional para los Países Andinos, 2010. 362p.

b) Obras colectivas:

DUARTE, Lélia Parreira (Org). As máscaras de Perséfone: figurações da morte nas literaturas portuguesa e brasileira contemporâneas. Belo Horizonte: PUC Minas, 2006. 377p.

c) Capítulo de obras colectivas:

CONSORTE, Josildeth. A morte na prática médica. In: MARTINS, José de Souza (org.). A morte e os mortos na sociedade brasileira. São Paulo: HUCITEC, 1983, p. 201-210.

d) Capítulo de obras colectivas en la cual el organizador es tambiém autor:

RODRIGUES, Claudia. A secularização da morte no Rio de Janeiro oitocentista. In: _______; LOPES, Fabio Henrique (orgs.). Sentidos da morte e do morrer na Ibero-América. 1 ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2014, p. 267-308.

e) Artículos de periódico:

TABOADA R, Paulina. El derecho a morir con dignidad. Acta bioeth. Santiago, v. 6, n. 1, p. 89-101, jun.  2000. Disponible en: <http://dx.doi.org/10.4067/S1726-569X2000000100007>. Acceso en: 06/03/2016.

f) Artículo de publicación impresa (Actas de Congresos) relativa a reuniones científicas:

SHIMKO, Susana; DUBARBIER, Virginia. Aporte metodológico para el análisis de la arquitectura funerária. In: RODRÍGUEZ, David; HERRERA, Limbergh. Imagen de la Muerte: segundo Congreso Latinoamericano de Ciencias Sociales y Humanidades. (Mérida, Yucatan, 13-17 de marzo de 2006). Lima: Universidad Nacional Mayor de San Marcos; Editorial Línea Andina, 2007, p. 283-294.

g) Artículo de reuniones científicas publicado en medio electrónico:

– MACHADO, Lilia Cheuiche. Tafonomia Humana: Alguns Problemas e Interpretações em Arqueologia Funerária. In: ANAIS DO IX CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA–SAB, Rio de Janeiro, Sociedade de Arqueologia Brasileira/SAB, 2000. [Cd-rom].

– CYMBALISTA, Renato. A Companhia de Jesus nos séculos XVI-XVIII: uma comunidade global de mártires. Anais Eletrônicos do XXVIII Simpósio Nacional de História. Florianópolis, ANPUH Nacional, 2015. Disponible en: <http://www.snh2015.anpuh.org/resources/anais/39/1427839878_ARQUIVO_Cymbalista_ANPUH_2015.pdf>. Acceso en: 15/04/2016.

h) Tesis o Dissertación académica:

RODRIGUES, Rodrigo Freitas. Imagens de morte como manifestação do erótico. Dissertação (Mestrado em Artes). Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011, 138p.

i) Artículo periodístico:

BIDERMAN, Iara. Curtir e chorar: compartilhar a morte de gente querida já faz parte da vida social virtual; mas esse luto on-line ajuda ou atrapalha? Folha de São Paulo. 17 de julho de 2012.

j) Entradas en Diccionarios/Enciclopedias:

JUPP, Peter. Cremation Society of Great Britain. In: DAVIES, Douglas J.; MATES, Lewis H. (Ed.). Encyclopedia of cremation. London: Ashgate, 2005, p. 135-143.

l) Textos o Documentos Electrónicos:

Inserir el enderezo electrónico entre los señales < >, antecedido de la expresión “Disponible en:”. En seguida, indicar la fecha de acceso al documento, antecedida por “Acceso en: DD/MM/AAAA”. Ver ejemplos en los ítems “e” e “g”.

m) Siguen algunas orientaciones específicas relativas a las referencias bibliográficas:

  • Cuando la referencia bibliográfica tiene más de un autor, sus nombres deben ser separados por “;” (punto y coma). Ver ejemplo arriba, letra “f”. Cuando la referencia fuera hecha en nota en el cuerpo del texto, sustituir o “;” por “y”. Vea el ejemplo a partir del ítem “f” arriba: (Shinko y Dubbier, 2007, p. 283).
  • La especificación de las páginas, capítulos o volúmenes de la referencia bibliográfica citada debe ser hecha al final de la referencia completa de la obra, precedida por comas “,” y finalizada por un punto “.”. Ver ejemplos en los ítems “c”, “d”, “h”, “j”.
  • Cuando diferentes obras de un mismo autor publicadas en un mismo año fueran citadas, debe agregarse letras minúsculas secuenciales al año de publicación de cada obra, en las referencias bibliográficas, al final del texto. En el cuerpo del texto, el año de la obra mencionada entre paréntesis debe ser acompañado de la respectiva letra. Por exemplo: (Silva, 2011a, p. 23).
  • Cuando la referencia bibliográfica citada en el cuerpo del texto (Autor, data, página) fuera la misma de la nota inmediatamente precedente, debe utilizarse la expresión “Idem”, especificando tan solo la página, en caso que esa sea diferente deal citada anteriormente. Por ejemplo: (Faria, 2010, p. 167); (Idem, p. 189).
  • Cuando la referencia bibliográfica citada en el cuerpo del texto (Autor, data, página) fuera la misma de la nota inmediatamente precedente, inclusive o número da página, debe utilizarse la expresión “Ibidem”. Por exemplo: (Souza, 2010, p. 167); (Ibidem).

22) El envío de los originales implica la cesión de derechos de autor y de publicación a la Revista M. Los datos, conceptos y opiniones presentados en los trabajos, bien como la exactitud de las referencias documentales y bibliográficas, son de entera responsabilidad de los autores.

23) En caso de duda en cuanto al envío de los textos entre en contacto con la Revista M. a través de e-mail: [email protected]