Normas de publicação

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Normas de Publicação da REVISTA M.

Revista M. Estudos sobre a Morte, os Mortos e o Morrer, que tem seu título abreviado como Revista M., é uma publicação digital temática, de caráter interdisciplinar, produzida por pesquisadores vinculados a diferentes instituições de ensino e pesquisa. Com periodicidade semestral (junho e dezembro), está dividida em três seções: 

  1. Artigos: destinada a textos analíticos inéditos e originais que resultem de investigações e estudos relativos a diferentes formas de abordagem do tema. Para esta seção, são aceitos artigos submetidos, preferencialmente, por doutores. São recebidos sob duas formas: os destinados a dossiês temáticos propostos e organizados por especialistas, com chamada aberta no site da revista, e os artigos livres, que podem ser submetidos em fluxo contínuo.
  2. Em Campo: voltada para relatos de trabalhos de campo e/ou experiências metodológicas no manejo da temática, envolvendo entrevistas, transcrições de fontes comentadas, descrição de tratamentos psicoterápicos ou médicos. A submissão de textos que envolvem seres humanos, direta ou indiretamente, deverá ser acompanhada da autorização da “cessão de direitos sobre depoimento oral” ou, se for o caso, de cessão de direitos de divulgação de imagem para a Revista M. 
  3. Resenhas: análise crítica de obras que tenham sido publicadas, no máximo, há três anos no Brasil (ou quatro anos para publicações internacionais), ou de títulos esgotados e com reedição recente. Respeitando a abordagem sobre a Morte, os Mortos e o Morrer também podem ser submetidas resenhas acerca de outras expressões da cultura, tais como filmes, documentários, exposições, peças teatrais etc. Espera-se que o texto não seja meramente descritivo ou restrito ao resumo dos capítulos do livro; mas contenha também uma análise crítica que aponte os aspectos mais significativos da obra para o campo de estudos o tema, apresentando as lacunas que a obra preenche, assim como as contribuições teóricas, conceituais e metodológicas. Deve-se apontar também para eventuais limites da análise, identificando as propostas que não tenham sido efetivadas, bem como as lacunas deixadas. Por fim, espera-se que o autor da resenha apresente os aspectos do trabalho que possam ser desenvolvidos em futuros estudos e o legado que a obra deixa para o desenvolvimento da temática em questão. 

A Revista M. publica originais inéditos, provenientes de diferentes áreas de conhecimento (tais como: antropologia, arquitetura, artes, direito, filosofia, geografia, história, medicina, psicologia, saúde coletiva, sociologia, urbanismo), que não tenham sido submetidos a outras revistas. Aceita submissão de texto em português, espanhol, inglês e francês, priorizando a sua publicação em português e/ou espanhol. Os originais em inglês e francês que forem aprovados para publicação também serão traduzidos para o português.

Os autores devem informar, logo na primeira nota, a agência de fomento ou instituição que financiou a pesquisa que resultou no artigo apresentado.

A Revista M. recebe colaborações em fluxo contínuo. A submissão de originais é exclusivamente on-line, através do acesso ao menu SUBMISSÃO, disponível no site: http://www.revistam-unirio.com.br/

A submissão dos originais implica autorização para a publicação e para a realização de eventuais alterações após o processo de revisão, conforme o padrão gráfico da Revista.

Assim que é recebida uma submissão de Artigos, Em Campo ou Resenhas, o Conselho Editorial avaliará se o texto se enquadra na proposta temática da revista e se segue as normas de publicação aqui estabelecidas. Caso não siga as regras, o mesmo será devolvido ao autor para que faça os ajustes necessários. As contribuições para as seções Em Campo e Resenhas serão avaliadas no mérito pelos respectivos editores e pelo Editor-chefe, podendo ser aprovadas ou recusadas nesta instância. No caso de Artigos, uma vez adequado às normas da Revista M., será retirada a identificação de sua autoria e o mesmo será encaminhado a dois pareceristas ad hoc (que sejam doutores e especialistas na temática abordada), indicados pelo Conselho Editorial, de modo a garantir o sistema de avaliação de “duplo cego” por pares. Na sua análise, os pareceristas serão guiados pelo “Formulário de Avaliação” disponibilizado pela Revista para que realizem o exame dos méritos do trabalho, levando em consideração a abordagem da temática, seu tratamento e a clareza da redação, podendo recomendar ou recusar a publicação. Caso um dos pareceristas recuse a proposta, um terceiro será designado.

A recomendação poderá ocorrer sob duas formas:

  1. Com ou sem sugestões pontuais de alteração (às quais o autor poderá acatar ou não);
  2. Com sugestões de reformulação de parte do texto, que deverá ser reenviado ao(s) respectivo(s) parecerista(s), após a realização das alterações por parte do autor, para acatamento da nova versão;

A recusa ocorrerá:

  1. Caso os dois pareceristas rejeitem a proposta;
  2. No caso de um parecerista rejeitar e o outro aceitar com sugestões de reformulação do texto;
  3. No caso de os dois pareceristas sugerirem reformulação e a segunda versão do texto enviada pelo autor ser reprovada por um deles ou por ambos;
  4. No caso de o terceiro parecerista recusar o texto ou aceitá-lo mediante reformulações.

A aceitação final do trabalho submetido, portanto, dependerá da recomendação dos pareceristas, da efetivação das alterações necessárias pelo autor e da aprovação final pelo Conselho Editorial.

Recomenda-se que os autores, antes de submeterem seus trabalhos, verifiquem atentamente e até o fim as Normas de Submissão apresentadas abaixo e cuidem para que as mesmas sejam seguidas. Esta ação agilizará em muito o processo de avaliação do trabalho, evitando que ele seja devolvido ao autor para adequação às normas, antes de ser enviado para avaliação dos pareceristas e que o material perca o prazo para entrar na fila de edição, em caso de vir a ser aprovado para publicação.

 

NORMAS PARA SUBMISSÃO:

1) Artigo: Texto contendo entre 40 mil e 70 mil caracteres com espaço, incluindo as notas de rodapé e as referências bibliográficas completas, que devem ser listadas em ordem alfabética, no final do artigo.

2) Em Campo: Texto contendo entre 20 mil e 40 mil caracteres com espaço, incluindo as notas de rodapé e as referências bibliográficas completas, que devem ser listadas em ordem alfabética, no final do texto.

3) Resenha: Texto contendo entre 10 mil e 20 mil caracteres com espaço, incluindo as referências bibliográficas completas das obras utilizadas, que devem ser listadas em ordem alfabética, ao final.

4) Com exceção de casos de tradução de artigos em inglês ou francês, a contribuição deve ser original e inédita e não estar em processo de avaliação por outra publicação. O Conselho Editorial reserva-se o direito de investigar a ocorrência de casos de plágio, autoplágio ou de dupla submissão para artigos recebidos pela Revista M.. Atualmente, devido ao nível de especialização da produção científica e dos recursos tecnológicos disponíveis para checagem, especial atenção vem sendo dada a casos de autoplágio, quando o autor reproduz texto já abordado em outro artigo, por vezes, em sequência de parágrafos idênticos aos que aparecem em outros artigos já publicados. No caso de os originais conterem material já publicado anteriormente pelo autor, este deve fazer menção, indicando a referência completa do artigo anterior e explicitando que o artigo submetido traz contribuição inédita significativa ao tema proposto, apesar de retomar análise já desenvolvida antes. Tal alerta não exime o autor de evitar reproduções de várias passagens dos textos anteriores.

5) As traduções devem ser submetidas acompanhadas do arquivo com o texto original, assim como a autorização do respectivo autor para publicação na Revista M..

6) O texto em língua portuguesa deve ser enviado após atenta revisão gramatical, ortográfica e de estilo por parte do autor, considerando as atuais normas do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Os textos redigidos em outros idiomas devem igualmente considerar as respectivas normas ortográficas e gramaticais.

7) O autor deve a submissão em arquivo no formato Word for Windows (doc. ou docx). As tabelas e/ou gráficos devem estar inseridos no corpo do texto, ser numerados consecutivamente com algarismos arábicos e encabeçados por título, com as fontes devidamente mencionadas na parte inferior dos mesmos.

8) As imagens (mapas, fotografias e ilustrações) devem ser enviadas separadamente, em arquivos individuais, no formato JPG, com resolução de 300 dpi. Na plataforma de submissão da Revista há local para inserção de arquivos suplementares. Cada imagem deve ter seu arquivo individual numerado sequencialmente com algarismos arábicos, correspondentes à numeração da mesma que aparecerá no corpo do texto. Deste modo, as imagens não devem ser inseridas no corpo do texto, mas ter a sua inserção indicada no local desejado do artigo na seguinte forma (“INSERÇÃO DA FIGURA 1”, etc). Logo abaixo desta menção, deve constar em uma linha o título completo da imagem, iniciado pelo termo “Figura”, e, em outra linha, a referência de sua autoria e/ou fonte de onde a mesma foi retirada. É de responsabilidade do autor do artigo a obtenção de autorização para veiculação das imagens na Revista M.. No caso de se tratar de imagem de sua autoria, o autor deve enviar declaração de cessão de direitos de divulgação da mesma para a Revista M..

9) No caso de Artigos, para garantir a avaliação às cegas, a autoria e o vínculo institucional do autor do arquivo deve ser removida da primeira página do texto, assim como as menções em nota de rodapé que possam levar à identificação do autor ao longo do trabalho. Para remover a autoria do Word, o autor deve clicar no menu “arquivo”, em seguida, em “inspecionar documento” e remover as propriedades do documento e informações pessoais. No caso de ser necessário fazer referência ao vínculo entre o artigo submetido e artigos anteriores do autor, de acordo com o indicado no item “5”, acima, pedimos que tarje o fragmento de texto de AMARELO para que os editores possam excluir da versão a ser enviada aos avaliadores.

10) O texto de Artigos, Em Campo e Resenha deve ser digitado em fonte Times New Roman 12; normal; com alinhamento justificado; tabulação de 1,5 cm no início dos parágrafos; espaço entre linhas 1,5 (não usar nenhum tipo de espaçamento “Antes” e “Depois”, nem entrelinhas “Múltiplos” ou de qualquer outro tipo que não seja o especificado aqui); página tamanho A4; margens superior e inferior, direita e esquerda de 2,5 cm.

11) Quando se tratar de Artigos e Em Campo, as seções do texto devem seguir a seguinte ordem: Título, Resumo e Palavras-chave em português ou espanhol (se o texto for escrito em espanhol), Abstract e keywords (em inglês), Texto, Referências Bibliográficas. As referências completas das fontes/arquivos devem ser inseridas nas respectivas notas de rodapé. O resumo deve ser escrito em um único parágrafo, entre 9 e 12 linhas (ou entre 800 e 1.000 caracteres com espaço), acompanhado de cinco palavras-chave, separadas por travessão (exemplo: Além-túmulo – Cemitério – Funerais – Eutanásia – Luto). Abstract e keywords, devem seguir as mesmas especificações. Pedimos a atenção do autor para dois aspectos importantes: a) O resumo deve expressar, na seguinte ordem, o objetivo principal do texto, a síntese dos argumentos centrais, o modo pelo qual a temática é abordada e, por fim, os resultados, a principal conclusão e/ou hipótese central que o artigo procura apresentar; b) As palavras-chave devem refletir conceitos ou categorias de análise fundamentais do texto e não termos secundários que, por si só, não remetam diretamente para os argumentos centrais da análise. Este cuidado facilita em muito a recuperação das pesquisas, assim como o processo de indexação e busca de estudos nas Bases de Dados de Artigos Científicos. Aspectos esses que possibilitam maior divulgação e acesso dos leitores ao seu texto.

12) As seções Artigos e Em campo devem ser encabeçadas, na primeira página, pelo título em português e em inglês, em fonte negrito Times New Roman 12, centralizado; maiúscula apenas no início do título (ou se contiver substantivo próprio). Em Resenhas deve-se incluir o título (em português e inglês) dado pelo autor da resenha, seguido pela referência bibliográfica completa da obra analisada (conforme orientação “a” do item 21 das NORMAS DE PUBLICAÇÃO), pelo texto da resenha e, ao fim, pelas referências bibliográficas citadas ao longo do texto (se for o caso). Não deve conter resumo, abstract, palavras-chave, keywords, nem notas de rodapé.

13) Os subtítulos das seções Artigos e Em campo devem aparecer em negrito, com maiúscula apenas no início e alinhado à esquerda. Não devem ser numerados. Deve ser inserida uma linha de espaço entre o parágrafo anterior e o subtítulo, e entre este e o início do parágrafo seguinte. No caso de os subtítulos apresentarem novas divisões, estas devem aparecer em negrito e itálico, com alinhamento à esquerda.

14) O padrão editorial que a revista adota nas seções Artigos, Em Campo e Resenhas para referências bibliográficas é o sistema de menção a “Autor, ano, página” no corpo do texto, entre parênteses e separados por vírgulas. O nome do autor deve ser escrito em caixa baixa, tendo apenas a primeira letra maiúscula. Quando houver mais de uma referência, cada conjunto deverá ser separado por ponto e vírgula. Exemplo: (Menezes, 2003, p. 175; Aragão, 2013, p. 36). Nas seções Artigos e Em Campo, quando se tratar de referência de documentação ou fonte primária depositadas em arquivo, de entrevistas, relato etnográfico etc, deve-se usar as notas de rodapé. No corpo do texto, o número de referência da nota de rodapé deve ser inserido após o sinal de pontuação. (Exemplo: “Segundo João José Reis, houve alteração no sentido olfativo da população a partir de meados do século XIX.3). Em Resenhas, a referência às páginas do livro resenhado e às quais se deseje fazer menção explícita deve constar entre parênteses, seguido do termo “p.” Exemplo: (p. 123).

15) As NOTAS DE RODAPÉ devem ser usadas apenas em caráter explicativo e para referências completas às fontes primárias e demais fontes de trabalho, nas seções Artigos e Em Campo. Se for necessário fazer referência bibliográfica ao longo do texto da nota, esta deve seguir o mesmo padrão das referências feitas no corpo do texto, utilizando-se o recurso (Autor, ano, página), segundo a indicação dada no item acima. Na primeira referência de um arquivo ou instituição que será repetida ao longo das notas de rodapé, deve ser fornecido o nome completo do arquivo ou instituição, em caixa baixa, e imediatamente após, indicar entre parênteses a abreviatura em caixa alta a ser utilizada nas próximas referências (ver exemplo ao fim deste tópico de orientação). As notas de rodapé devem ser inseridas no fim de cada página, em fonte normal Times New Roman, tamanho 10, com alinhamento justificado, espaço entre linhas simples, sem “nenhum” recuo especial. A listagem das fontes primárias não deve constar na seção de Referências Bibliográficas. Exemplo: Arquivo da Cúria Metropolitana do Rio de Janeiro (doravante ACMRJ), “Assentamentos Paroquiais”, Livro de Óbitos da freguesia da Sé, 1745, Testamento de João da Silva Guedes, p. 145.

16) As citações com menos de três linhas devem ser incluídas no corpo do texto, entre aspas, em fonte normal. Citações com mais de três linhas devem ser apresentadas em parágrafo isolado, sem aspas, com recuo de 2,0 cm nas margens esquerda e direita, fonte Times New Roman, 12, em itálico, espaço entre linhas simples. Em ambos os casos, ao final da citação, a referência deve seguir o padrão (Autor, ano, página). Em caso de se fazer omissão de trechos da citação, pedimos que faça uso de parênteses entre colchetes (exemplo: “[…]”), sem itálico. O mesmo procedimento deve ser seguido para o uso do termo “sic”, que deve aparecer entre colchetes, com a expressão latina em itálico (exemplo: “[…]”).

17) Citações em língua estrangeira devem aparecer traduzidas. Na respectiva nota de rodapé deve constar o trecho original, seguido da indicação de quem fez a tradução.

18) Termos em língua estrangeira e ênfases de certas palavras e/ou expressões devem ser grafados em itálico.

19) Os numerais até dez, inclusive, devem ser escritos por extenso.

20) Os numerais a partir do milhar devem ser separados por ponto, para que não sejam confundidos com ano (Exemplo: 2.100; 4.560.340; etc.).

21) As Referências Bibliográficas no final das seções Artigos, Em campo ou Resenhas devem estar de acordo com as normas da ABNT, ser digitadas em fonte Times New Roman e ter tamanho 12. A formatação do parágrafo (que no Word pode ser feita através do caminho: Página Inicial > Parágrafo > Recuos e Espaçamento) deve seguir as seguintes orientações: alinhamento justificado; sem recuo especial na primeira e demais linhas; sem inserir linha entre as referências, mas sim “espaçamento de 12 pontos depois” (para distanciar uma referência da outra); com espaço simples entre as linhas, seguindo-se as orientações do quadro abaixo.

Pedimos especial atenção para a padronização da forma de se fazer as Referências Bibliográficas que indicamos abaixo, pois isso agilizará em muito o processo de editoração do material a ser publicado. Sem descuidar dos outros aspectos, atente especialmente, para os aspectos a seguir, que concentram os maiores erros nos textos que recebemos: o estilo da formatação da fonte em cada parte do título; para a ordem e tipo de pontuação em cada parte da Referência; para o local de indicação da paginação (seja no caso de intervalo de páginas de um artigo ou capítulo de livro, seja na indicação da paginação total de um livro ou uma tese, por exemplo); para o modo de citar as referências no corpo do texto e nas notas de rodapé.

a) Livros:

RAMOS, Gabriela. Muerte y conversión en los Andes. Lima y Cuzco, 1532-1670. Lima: Instituto de Estudios Peruanos (IEP), Instituto Francés de Estudios Andinos (IFEA), Cooperación Regional para los Países Andinos, 2010. 362p.

b) Coletânea:

DUARTE, Lélia Parreira (Org). As máscaras de Perséfone: figurações da morte nas literaturas portuguesa e brasileira contemporâneas. Belo Horizonte: PUC Minas, 2006. 377p.

c) Capítulo de coletânea:

CONSORTE, Josildeth. A morte na prática médica. In: MARTINS, José de Souza (org.). A morte e os mortos na sociedade brasileira. São Paulo: HUCITEC, p. 201-210, 1983.

d) Capítulo de coletânea na qual o organizador é também autor:

RODRIGUES, Claudia. A secularização da morte no Rio de Janeiro oitocentista. In: _______ e LOPES, Fabio Henrique (orgs.). Sentidos da morte e do morrer na Ibero-América. 1 ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, p. 267-308, 2014.

e) Artigos de periódico:

TABOADA R, Paulina. El derecho a morir con dignidad. Acta bioeth. Santiago, v. 6, n. 1, p. 89-101, jun.  2000. Disponível em <http://dx.doi.org/10.4067/S1726-569X2000000100007>. Acesso: 06/03/2016.

f) Artigo de publicação impressa (anais) relativa à reunião científica:

SHIMKO, Susana & DUBARBIER, Virginia. Aporte metodológico para el análisis de la arquitectura funerária. In: RODRÍGUEZ, David & HERRERA, Limbergh. Imagen de la Muerte: segundo Congreso Latinoamericano de Ciencias Sociales y Humanidades. (Mérida, Yucatan, 13-17 de marzo de 2006). Lima: Universidad Nacional Mayor de San Marcos; Editorial Línea Andina, p. 283-294, 2007.

g) Artigo de reunião científica publicado em meio eletrônico:

MACHADO, Lilia Cheuiche. Tafonomia Humana: Alguns Problemas e Interpretações em Arqueologia Funerária. In: ANAIS DO IX CONGRESSO DA SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA BRASILEIRA–SAB, Rio de Janeiro, Sociedade de Arqueologia Brasileira/SAB, 2000. [Cd-rom].

– CYMBALISTA, Renato. A Companhia de Jesus nos séculos XVI-XVIII: uma comunidade global de mártires. Anais Eletrônicos do XXVIII Simpósio Nacional de História. Florianópolis, ANPUH Nacional, 2015. Disponível em: <http://www.snh2015.anpuh.org/resources/anais/39/1427839878_ARQUIVO_Cymbalista_ANPUH_2015.pdf>. Acesso em: 15/04/2016.

h) Tese ou Dissertação acadêmica:

RODRIGUES, Rodrigo Freitas. Imagens de morte como manifestação do erótico. Dissertação (Mestrado em Artes). Programa de Pós-Graduação em Artes da Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2011, 138p.

i) Artigo de jornal:

BIDERMAN, Iara. Curtir e chorar: compartilhar a morte de gente querida já faz parte da vida social virtual; mas esse luto on-line ajuda ou atrapalha? Folha de São Paulo. 17 de julho de 2012.

j) Verbetes de Dicionários/Enciclopédias:

JUPP, Peter. Cremation Society of Great Britain. In: DAVIES, Douglas J.; MATES, Lewis H. (Ed.). Encyclopedia of cremation. London: Ashgate, p. 135-143, 2005.

l) Textos ou Documentos Eletrônicos:

Inserir o endereço eletrônico entre os sinais < >, precedido da expressão “Disponível em:” / “Disponible em:”. Em seguida, indicar a data de acesso ao documento, antecedida por “Acesso em: DD/MM/AAAA” / “Acceso en: DD/MM/AAAA”. (ver exemplos nos itens “e” e “g” acima)

m) Seguem algumas orientações específicas relativas às referências bibliográficas:

  • Quando a referência bibliográfica possuir dois autores, seus nomes devem ser separados por “e” (se for texto em português) ou “&” (se for texto em outro idioma), tanto no CORPO DO TEXTO como nas REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ao final do mesmo. No caso de haver mais de dois autores, a divisão entre os dois (ou mais) primeiros deve ser feita com “;” (ponto e vírgula) e, antes do último, deve-se inserir “e” ou “&” (se for texto em espanhol). Ver exemplo acima, letra “f”.
  • A especificação das páginas, capítulos ou volumes da referência bibliográfica citada deve ser feita ao final da referência completa da obra, precedida por vírgula “,” e finalizada por ponto “.”. Ver exemplos nos itens “c”, “d”, “h”, “j”.
  • Quando diferentes obras de um mesmo autor publicadas num mesmo ano forem citadas, deve-se acrescentar letras minúsculas sequenciais ao ano de publicação de cada obra, nas referências bibliográficas, ao fim do texto. No corpo do texto, o ano da obra mencionada entre parênteses deve ser acompanhado da respectiva letra. Por exemplo: (Silva, 2011a, p. 23).
  • Quando a referência bibliográfica citada no corpo do texto (Autor, data, página) for a mesma da nota imediatamente precedente, NÃO SE deve utilizar a expressão “Idem” ou “ibidem”, repetindo a referência anterior.
  • O uso destas expressões só deve ser feito em NOTA DE RODAPÉ, quando se tratar da repetição da referência de Fonte Primária, Entrevista ou similares indicada(s) na(s) nota(s) imediatamente anterior(es).

22) O envio de originais implica a cessão de direitos autorais e de publicação para a Revista M. Os dados, conceitos e opiniões apresentados nos trabalhos, bem como a exatidão das referências documentais e bibliográficas, são de inteira responsabilidade dos autores. A revisão do idioma também é de responsabilidade da autoria do artigo.

23) Em caso de dúvida quanto ao envio de textos entre em contato com a Revista através do e-mail: [email protected]